Política

Ex-prefeito de Irecê acusa juiz e "parcialidade" e faz denúncia ao CNJ

O ex-prefeito de Irecê, Luizinho Sobral, fez representações junto ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) contra o juiz José Onofre Alves Junior, titular da 95ª Zona Eleitoral e do 2º Juizado Especial do município. As representações foram enviadas também para a Corregedoria do Tribunal de Justiça da Bahia, Ministério Público Eleitoral e Corregedoria do TRE (Tribunal Regional Eleitoral) e, na denúncia, o ex-prefeito apresenta fotos divulgadas em redes sociais, que, segundo, ele seriam momentos de lazer e convício familiar entre o magistrado e o Procurador do Município de Irecê, Alex Machado, que é integra o grupo político opositor a Sobral.

Para o ex-prefeito, a situação compromete a imparcialidade do juiz e também a “obrigação de cumprimento do exercício do dever legal e favorecimento ilegal em favor do mesmo, mediante a prolação de decisões contraditórias e tendenciosas, antecipação de informações processuais, além do excesso de prazo para prática de atos processuais praticados com o objetivo de ocasionar prejuízos ao ex-prefeito, condutas vedadas por Lei”.

Sobral acusa o magistrado de fazer perseguição política contra ele e vem emitindo decisões judiciais “nulas e contraditórias”, cirando como exemplo o caso o em que a Justiça aplica uma multa de R$ 53 mil o Site Caraíbas Fm, por publicação de pesquisa eleitoral sem registro, mas em outras decisões, processos movidos contra o Instituto de Pesquisa João Gonçalves – ME são arquivados. O instituto é de propriedade do atual secretário de Governo de Irecê, João Gonçalves.

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