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Empresários israelenses visitam o 'Baixio de Irecê" e ficam entusiasmados com projeto

Empresários israelenses visitam o 'Baixio de Irecê" e ficam entusiasmados com projeto

a última quinta-feira, 21, o gerente regional da Codevasf em Irecê, Dr. Luiz Alberto, foi convocado a apresentar o projeto de irrigação Baixio de Irecê a empresários israelenses, através de uma articulação do presidente da Fortlev do Brasil, Antônio torres, que a convite do governo brasileiro fez parte de uma comitiva para conhecer a tecnologia de Israel na área de irrigação e dessalinização de água.

O empresário Antônio Torres é um dos mantenedores do Instituo Agua Viva - uma instituição sem fins lucrativos que atua no semiárido nordestino, com projetos de educação, geração de renda, esportes e saúde, inclusive com uma base instalada no distrito de Aguada Nova, município de Lapão região de Irecê.

Segundo o gerente da Codevasf, o Baixio tornou um grande atrativo para investimentos, que os chineses, portugueses, espanhóis e agora os israelenses conheceram a estrutura do projeto, que é um dos maiores na área de irrigação do pais, com 42Km de canal com água a disposição e energia, praticamente pronto para entrar em funcionamento.

Ele nos informou que os empresários são potenciais investidores e representam duas empresas, a Ambient e TSA com expertise ligada ao campo de engenharia de irrigação. Em retorno a Israel deverão apresentar propostas para outros empresários e a partir dai buscar uma pareceria público privada junto ao governo brasileiro. “Eles ficaram encantados com o que viram, um deles chegou a se emocionar”, disse.

O projeto Baixio de Irecê encontra-se parado em virtude da dependência de um certidão que deverá ser emitida pelo INCRA, a chamada CDRU Concessão de Direito Real de Uso, que dará garantia do produtor captar financiamento junto aos bancos. Que dos 20 mil hectares iniciais para irrigar, cinco mil atenderão 51 pequenos produtores e 15 mil restantes para a o grupo Irriga Bahia. “O projeto Baixio envolve um total de 100 mil hectares, e requer a construção de mais 42 km de canal, se os estrangeiros firmarem negócio com o governo, daremos um grande salto e alavancaremos a nossa economia, com geração de emprego e renda. Fazendo uma revolução”, pontuou.

Fonte: Veja Sertão

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